domingo, 17 de outubro de 2010
Evasão Escolar no brasil.
No Brasil, a evasão escolar é um grande desafio para as escolas, para os pais e tambem para o sistema educacional.
Segundo os dados do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas), dos 100 alunos que se ingressam na escola na 1ª série, apenas 5 concluem o ensino fundamental, ou seja, apenas 5 terminam a 8ª série (INEP - 2007)
Em 2007, 4,8¢, dos alunos matriculados no Ensino Fundamental (1ª a 8ª série - 1º ao 9º ano) abandonaram a escola.
Embora esse índice seja pequeno, correspondente a quase um milhão e meio de alunos. Muitos desses alunos retornarão a escola, mas em uma encômoda condição de defasagem idade ou série, o que pode causar conflitos possivelmente uma nova evasão.
As causas das evasões escolares são variadas. Condições socioeconômicas, culturais, geográficas ou mesmo questões referentes aos encaminhamentos didáticos - pedagógicos e a caixa qualidade do ensino das escolas podem ser apontadas com causas possiveis para evasão no Brasil.
Motivos do abandono da escola:
- Escola seja distante da residência;
- Ajudar os pais em casa ou no trabalho;
- Falta de transporte escolar;
- Não ter adulto que leve a criança a escola;
- Aulas não motivadoras;
Relações geométricas do triângulo
Onde:
a é a hipotenusa (maior lado);
b e c são os catetos (formam o ângulo reto);
h é a altura relativa à hipotenusa;
m é a projeção ortogonal do cateto b sobre a hipotenusa;
n é a projeção ortogonal do cateto c sobre a hipotenusa;
Relação 01:
Teorema de Pitágoras - O quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos.
a² = b² + c²
O produto entre a hipotenusa e a altura relativa à hipotenusa é igual ao produto dos catetos.
a . h = b . c
O quadrado de um cateto é igual ao produto entre a hipotenusa e a projeção ortogonal do cateto sobre a hipotenusa.
b² = a . m e c² = a . n
O quadrado da altura relativa à hipotenusa é igual ao produto entre as projeções ortogonais entre os catetos.
h² = m . n
A hipotenusa é igual à soma das projeções ortogonais dos catetos.
a = m + n
Vamos resolver esse exemplo:

sábado, 2 de outubro de 2010
Relações métricas do triângulo retângulo.
a: hipotenusa
b e c: catetos
h: altura do triângulo
m e n: projeções ortogonais dos catetos sobre a hipotenusa
Para um triângulo retângulo ABC podemos estabelecer algumas relações entre as medidas de seus elementos:
- O quadrado de um cateto é igual ao produto da hipotenusa pela projeção desse cateto sobre a hipotenusa
b² = a.n c² = a.m
- O quadrado da altura é igual ao produto das projeções dos catetos sobre a hipotenusa
h² = m.n
- O quadrado da hipotenusa é igual a soma dos quadrados dos catetos
a² = b² + c²
• Essa relação conhecemos como Teorema de Pitágoras.
Exemplo, neste triângulo ABC vamos calcular a, h, m e n:
13² = 12² + x² 5.12 = 13.y
169 = 144 + x² y= 60/13
x² = 25
x = 5
Muito simples e prático de se resolver.
sábado, 25 de setembro de 2010
Poligono semelhantes.
Vamos ver o exemplo:

Agora observe o rectângulo. Voce acha que eles são semelhantes?!
Como podemos observar as duas figuras são rectângulos, então a amplitude todos os triângulos internos é 90º, então os ângulos são geometricamentes iguais.
Essas figuras sao semelhantes, a razão de semelhança é 1,5.
Calcule: 

Teorema de Tales no triângulo.
Vamos calcular:


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Teorema de Tales.
Para entender o teorema de tales é importante saber o que é um feixe de retas paralelas e uma transversal.

As retas pretas são chamadas de " feixes de retas paralelas", pois são um conjunto de retas paralelas entre si.
As retas azuis chama-se "transversais", pois elas se cruzam com as retas pretas.
OBS: Quando duas retas transversais cortam um feixe de retas paralelas, as medidas dos segmentos delimitados pelas transversais são proporcionais.

Passo 1:
Fizemos 2 está para 5 assim como x está para 4.
Passo 2:
Fizemos o cruz credo que é 5.x = 5x e 2.4= 8
Passo 3:
Quando passamos o 5 pro segundo termo ele passara dividindo. Então ficou 8/5 = 1,6
Muito simples de se resolver.
Resolvendo:

2x² + 4x + 4x + 8= 25x
2x² + 8x + 8 - 25x= 0
2x² - 17x + 8
(17)² - 4 . (2) . (8)
289 - 64 = 225
x= -17 +/- 15
----------- = x¹ = 32
4 ---- = 8
4
x² = 2 1
---- = ----
4 2
domingo, 29 de agosto de 2010
Ponto máximo e mínimo.
A representação gráfica de uma função do 2º grau é dada através de uma parábola, que pode ter a concavidade voltada para cima e para baixo, quando ''a'' é positivo como exemplo: x² ; a concavidade e voltada para cima, quando o ''a'' é negativo -x²; a concavidade e voltada para baixo.
Já quando é negativo a concavidade não vai tocar na absissa x.
Para podermos calcular o vértice das parábolas utilizamos :
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Exemplo:
Na função y= x² - 2x + 1, iremos calcular as coordenadas vértice.
Xv= 2 Yv= 0
----= 1 -----= 0
2 4
D= (-2)²-4.(1).(1)
D= 4-4=0
Então as coordenadas do vertice são (1;0)
Esse assunto é muito simples e fácil.
sábado, 12 de junho de 2010
Nós podemos defini a equação do segundo grau na incognita x toda equação que pode ser escrita na forma reduzida.
exemplo: ax² +bx+ c=0
Onde: A,b e c são números reais, que são diferentes de zero.
O ''a'' é o coeficiente de ''x²'' , b é o coeficiente de ''x'' e ''c'' é um termo independente.
Outros exemplos:
2x²+ 3x- 5 =0
O ''2'' é o coeficiente de ''x²'', ''3'' é o coeficiente de ''x'' e 5 é um termo independente.
Resolvendo uma equação do segundo grau:
x² - 8x + 12 = 0
a= 1
b= -8
c= 12
(-b² -4.a.c)
/\= (-8)² -4.(1).(12)
/\= 64-48= +16
(x= -b mais ou menos a raiz quadrada de 16, sobre a.c)
+
x= -8 - V16 -8 + 4 -4
---------- = x¹=-------- = ------- = -2
2.a 2 2
x²= -8 - 4 12
--------- = ------- = 6 Solução = {-2; 6}
2 2